sexta-feira, 24 de julho de 2015

- Mistérios a desvendar - Os DINOSSAUROS - final -

                                                             Fóssil contorcido



No ano de 1972 foram descobertos 8 ovos de dinossauros por uma equipe da Universidade de Bona, nos Pirineus Franceses, perto de Corvières. Tais ovos revelaram o enfraquecimento das cascas, sintoma ocasionado por distúrbios hormonais provocados por alterações no meio ambiente e que hoje ameaçam a sobrevivência de inúmeros tipos de aves e répteis. Quando este fenômeno acontece, as cascas tornam-se muito frágeis se quebrando prematuramente ou não fornecendo o cálcio necessário e suficiente para alimentar os embriões que eventualmente os ovos contenham. O excesso populacional é uma das circunstâncias que podem levar a esta situação.
Contudo, os dinossauros já estavam irremediavelmente condenados ao desaparecimento, uma vez que sua excessiva aglomeração em alguns lugares indicava que o seu meio ambiente estava gravemente ameaçado.
Morte pelo frio? O fim dos dinossauros coincidiu com o término do período cretáceo, de temperatura mais amena. A crosta terrestre, durante este tempo, viu formarem-se grandes cordilheiras, fenômeno que teria influído não só no clima, arrefecendo-o, mas também na vida vegetal.
O frio rigoroso obrigou que uma enorme quantidade desses colossais animais se juntassem em tal concentração, que os locais mais quentes onde se deu a aglomeração, não tinha como sustentar a todos. Além disso, já uma enorme quantidade deles havia perecido, vítimas do próprio frio. Mas o maior exterminador dos dinossauros, foi o aparecimento entre a vegetação, de inúmeras espécies vegetais que, embora de aspeto inocente, eram mortalmente venenosas.
Foi o Professor Tony Swain, dos Kew Botanical Gardens, que apresentou, em 1974, a teoria descrita acima, baseando-se no fato de os répteis possuírem papilas gustativas pouco apuradas. Durante a exposição de seus argumentos, o Dr. Swam chamou atenção para a constatação de que os dinossauros necessitavam ingerir quantidades espantosas de plantas, em sua maioria fetos. Calcula-se que o hadrossauro, por exemplo, diariamente consumia entre 200 e 400 kg de vegetais. Há cerca de 120 milhões de anos surgiram as primeiras plantas perniciosas, em cujo interior se formavam compostos químicos com quantidades progressivamente maiores de alcaloides. Testes efetuados atualmente com répteis indicam que, provavelmente, os dinossauros seriam incapazes de distinguir o sabor dos alcaloides e, considerando a enorme quantidade de alimentos que ingeriam, ter-se-iam envenenado. O Dr. Swan apontou um fator comum nos fósseis de dinossauros: todos são frequentemente encontrados em posições retorcidas, semelhante aos animais mortos sob os efeitos de envenenamento com estricnina. Deve-se, talvez, ao envenenamento por alcaloide, o enfraquecimento da casca do ovo, tal como aconteceu século passado com o DDT. Claro que, com a extinção dos dinossauros herbívoros, seus predadores carnívoros pereceram de inanição.
Novas espécies passaram a dominar o mundo animal, os mamíferos primitivos, alguns dos quais se tornariam
 mais tarde os mais antigos antepassados do homem que durante algum tempo passaram a herdar a Terra!


                                                                       F I M

Nenhum comentário: