sexta-feira, 20 de setembro de 2013

- UM PASSEIO COM EMOÇÃO...




Peço licença a você que me acompanha semanalmente para interromper a 
narrativa que faço sobre as lendas (no presente, das sereias),para narrar as 
peripércias acontecidas em um simples e singelo passeio que fiz, na segunda
feira passada (dia 16/19/2013), acompanhando, prazerosamente, minha irmã 
Cleisy e uma querida amiga chamada Dina (eximia violonista e cantora), que 
ora nos visitam. Saindo do meu "paraíso" de Guarajuba, fomos para o nosso 
"paraíso" de Arembepe. Como minha mulher teria que trabalhar  na segunda-
feira, voltou para Salvador no domingo à tarde, levando com ela as duas ilustres 
visitantes. Fiquei de ir à Salvador na segunda-feira para um passeio turístico 
com as duas. Como faço, sempre que tenho de ir à Capital, saí de Guarajuba 
às 5 da manhã, para evitar o eterno "engarrafamento" na Paralela e na orla. 
Ora, se elas ficassem para ir comigo, teriam de acordar bem mais cedo, 
sem necessidade. Ao sair de casa às cinco, como disse, a Estrada do Côco 
estava mais ou menos livre, aparecendo, apenas ocasionalmente, um ou outro 
veículo. Logo depois de passar pela ponte sobre o Rio Jacuípe, tinha na minha 
frente apenas um automóvel que avistei a cerca de 500 m., bem nas proximidades 
do local onde eu sofri um grave acidente há alguns anos (acidente que narrei ao 
longo dos artigos publicados a partir do dia 11/11/11, neste mesmo espaço). 
Não sei o que aconteceu a seguir: quando voltei a olhar para o tal automóvel, 
vi, atônito, que ele tinha batido em uma motocicleta! O ocupante da moto ainda 
rolava pelo asfalto quando passei pelos dois veículos acidentados, já que o 
motorista do carro havia parado também. Ao contrário do que a maioria faria 
numa ocasião destas, não parei para ver o que aconteceu. Pelo contrário, 
acelerei bem mais, com o intuito de avisar à Polícia Rodoviária Estadual, em 
Arembepe, eles sim, aptos a prestar o socorro indicado, já que não sou médico 
nem dono de funerária... Os policiais partiram, imediatamente, para o local por 
mim indicado e ainda não tive oportunidade de conversar com eles para 
saber o final do episódio. Fa-lo-ei, com certeza, em uma das minhas futuras 
passagens pelo posto.Pra quem acha que o dia seria bem comum e monótono 
daí pra frente, advirto que tenha calma! Por não ter local para estacionar, de 
maneira segura, na área compreendida entre o Mercado Modelo e a Baixa 
dos Sapateirosaonde planejava levar as ilustres convidadas, decidi por ir 
de ônibus até a Praça da , local bem perto dos lugares a serem visitados. 
Descemos o Elevador Lacerda e fomos ao Mercado Modelo; fotos e compras 
(ah! o sempre desejado berimbau!!!), lembrancinhas, etc. Depois de ver o 
casario colonial ao lado da Igreja da Conceição da Praia, subimos para a 
"Cidade Alta", fotografando, em profusão, os lindos cenários da praça e do 
Forte de São MarceloMisericórdia, Praça da Sé, Terreiro de Jesus
Igreja de São Francisco, Largo do Pelourinho, Casa de Jorge Amado
Baixa dos Sapateiros...mais fotos, mais compras e a fome chegando e 
finalmente, um táxi até o local onde subimos no ônibus de volta à Pituba
Ônibus novo, ar refrigerado, poltronas confortáveis, poucos passageiros já que 
a tarifa é mais cara, tudo beleza!!! Beleza??? Nada disso!!! Sair comigo é 
"com emoção"! Ao chegar à Rua Carlos Gomes, o motorista do ônibus, que 
acumula as funções de cobrador, ao dar o troco para uma passageira que 
ainda se encontrava em pé, teve um momento de distração e bateu 
violentamente em um táxi que havia parado, talvez para pegar algum passageiro. 
Tumulto, mulheres gritando, entre elas a senhora que receberia o troco, que por 
estar de pé, foi a mais lesionada e gritava saúde! levem-me para um hospital" !!!... 
Minha irmã, que estava sentada na poltrona do corredor do primeiro banco, 
sem nenhuma proteção frontal, foi arremessada violentamente para a frente, não 
se contundindo seriamente pelo fato de ter caído por sobre a senhora que estivera 
em pé, pouco antes. Mesmo assim, ficou choramingando com dor no joelho direito. 
Nada de grave e "tudo está bem quando acaba bem". Novamente em casa, 
novos passeios (desta vez com minha mulher), esperando a chegada do sábado 
quando comemoraremos mais um aniversário da minha mulher, desta vez 
mais "sex "...agenária...rsrsrsrsr

Um ótimo final de semana a todos,
Abraço,

Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe

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