A compra do veículo foi feita em Salvador, local da sede da empresa, depois de consultar os motoristas que nos serviam e das necessárias pesquisas no mercado. Ficamos com a opinião do Arlindo e optamos pelo automóvel Volkswagen, modelo Santana, então uma das melhores " carroças " - como grande parte do público havia batizado os veículos de transporte pessoal, produzidos no País -. Tal designação viria a ser confirmada alguns anos depois, pelo polêmico Presidente Collor em um de seus discursos.
Feita a compra, o mais prático e certo, seria colocar o carro na carreta da firma, que, para não desperdiçar a viagem, levaria mais alguns equipamentos a serem utilizados lá na obra. Para mim, porém, este procedimento seria muito simples e descomplicado; eu queria era aventura e resolvi que eu mesmo, levaria o carro até Porto Velho!
Decisão tomada e preparativos para a viagem ultimados, lá vou eu, levando meu filho Clóvis, já de férias escolares, para deixá-lo em Brasília, na casa de um grande amigo baiano que para lá se mudara. Depois de alguns dias ele seria mandado de volta pra casa em Salvador. Iniciamos a jornada, sem sequer ter ideia das condições de trafegabilidade das inúmeras rodovias pelo caminho.
Saímos de casa às 5 h da manhã, almoçamos em Ibotirama, às margens do " Velho Chico " e seguimos pela Rodovia BR 242, deixando o Estado da Bahia já à tardinha e indo pernoitar em Posses, primeiro Município de Goiás, para quem sai do território baiano. Dia seguinte, cedinho, rumo à Brasília, onde deixei meu filho com o amigo de muitas datas, o soteropolitano MIRANDA, que fora assessorar o Governador Elmo Serejo, de quem era amigo pessoal. Como sempre, antes do amanhecer já estava na estrada rumo à Goiânia. Depois de dar uma volta pela Capital de Goiás, segui viagem rumo a Cuiabá, parando para pernoitar na cidade de Jataí, ainda em território goiano, onde cheguei por volta de 15h...
Continua na próxima postagem.......
Bom final de semana a todos e
Grande abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe























