skip to main |
skip to sidebar
- Quando se cai de uma grande altura, morre-se antes de atingir o chão.
Para não morrer queimado quando seu avião Lancaster foi atingido por um projétil e tomado pelas chamas, durante uma missão de bombardeamento sobre a Alemanha, em 1944, o sargento da RAF, Nicholas Alkemade, saltou de aproximadamente 5,5 km, sem paraquedas, imaginando que assim a morte seria menos dolorosa e mais rápida. Chegou ao solo ileso e ainda consciente! É que nos últimos metros do mergulho, a 190 k/h, sua queda foi amortecida pelas ramagens novas de pinheiros, e por uma camada densa de vegetação, sendo, finalmente, protegido por uma profunda camada de neve. Tal experiência derruba a crença de que, quando se cai de uma grande altitude, se morre antes de atingir o solo. Pensava-se, piamente, que a asfixia provocada pela velocidade da queda ou o ataque cardíaco provocado pelo pânico, mataria o individuo antes do impacto final. A falsidade desta crença tem sido demonstrada quase que diariamente por paraquedistas de todo o mundo que, regularmente, descem em queda livre por vários quilômetros antes de abrirem seus paraquedas. No ano de 1960, nos Estados Unidos, o capitão Joseph Kittinger saltou de um balão e percorreu nada menos que 25 km em queda livre antes de abrir o paraquedas. Chegou ao solo incólume e consciente.
Continua na próxima postagem.......
Um ótimo final de semana a todos.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
A citação comumente usada, de que todos se igualam na morte, nem sempre teve sentido. Na Escócia e no norte da Inglaterra, a zona norte do cemitério era reservada aos criminosos, por ser considerada uma região de mau agouro, enquanto os fiéis piedosos eram enterrados na parte leste, mais próximo da " Terra Santa ", a nobreza na parte sul e o povão era amontoado na parte oeste. Dureza mesmo é como têm sido tratados os suicidas. Considerados assassinos de si mesmos, não podiam ser enterrados em terra consagrada. Até o ano de 1824 na Inglaterra, havia uma Lei que mandava enterrar os suicidas em uma encruzilhada, com uma estaca a traspassar-lhe o coração. É que havia a crença de que as pessoas enterradas fora dos cemitérios - terra consagrada - voltariam à Terra na forma de seres malignos, para atormentarem os seres vivos, se não fossem presos a algum lugar com uma estaca. Ainda assim, mesmo que o espírito conseguisse se libertar, ficaria totalmente perdido e não saberia que rumo tomar para alcançar o mundo dos vivos, já que fora sepultado em uma encruzilhada. Também as cores são usadas em muitas comunidades como sinal de luto. No ocidente é o negro que assinala tradicionalmente o luto.. Na China é o branco, significando os votos de felicidade e prosperidade no outro mundo. A vida e as energias físicas, são celebradas nos enterros ciganos e eles se vestem de vermelho. Já no mundo celta , o vermelho significava a morte, pressagiava o desastre e nunca era usado. Os muçulmanos acreditam que as almas dos justos assumem a forma de aves brancas e, durante a idade média, essa crença se difundiu por toda a Europa. Realmente são insondáveis os mistérios que cercam a morte e, embora convivamos diuturnamente com ela, jamais seremos capazes de aceitá-la racionalmente, se seus tentáculos escolhem algum ente querido.
Excelente final de semana a todos, obrigado pela visita.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
Assim como outros componentes dos rituais fúnebres, as lápides obedeciam, em sua origem, a entregar os mortos aos cuidados de um deus e garantir sua segurança debaixo da terra. Desde tempos imemoriais que as sepulturas, ao contrário do que se possa pensar, são assinaladas com uma cruz e constituem uma reminiscência da cruz de anéis dos antigos adoradores do sol. Bem mais tarde, quando a cruz se tornou o símbolo do cristianismo, a cruz de anéis foi primeiramente adotada como símbolo da Igreja Celta. Até o final do século XVI, somente os membros da classe dominante podiam ter seus túmulos marcados com a cruz. Até a posição dos corpos nas sepulturas podia - cria-se - facilitar o desprendimento da alma do corpo. Algumas antigas tribos galesas, enterravam seus mortos na posição vertical, para facilitar e abreviar a chegada da alma ao céu. Frequentemente os túmulos dos cristãos estão voltados para leste ou oeste, a depender do lugar do sepultamento, com o abjetivo de apontar o corpo na direção de Jerusalém. Já no
Japão, os corpos são enterrados com as cabeças em direção ao norte. Essa tradição que deve ser apenas para os mortos, é de tal maneira levada a sério pelos japoneses, que muitos viajantes não esquecem de levar uma bússola na bagagem, com o fim precípuo de saberem onde fica o norte, para não dormirem com a cabeça apontada nesta direção! É que acreditam piamente, que tal posição lhes trará azar.
Continua na próxima postagem.......
Bom final de semana a todos os meus ilustres visitantes.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
O costume de enterrar objetos junto com os mortos, resultou em casos extremos e muito dispendiosos, como comprovou a descoberta do túmulo do jovem faraó egípcio Tutankhamon.
Ali foram encontrados tesouros fabulosos em ouro, marfim e outras preciosidades. Por outro lado, alguns sepultamentos transformavam-se em verdadeiros holocaustos. No funeral dos antigos reis citas, como Arianto e Dario ( por volta dos anos 500 a.C. ), foram enterrados vivos mulheres, escravos e cavalos, com o objetivo de servi-los condignamente no além túmulo.
Nem se passaram 100 anos, quando algumas mulheres indus aceitavam o costume do sutee que consistia em se jogarem sobre as piras funerárias dos maridos, para que nem a morte os separasse. Muito embora em alguns estados da Índia essa prática fosse considerada crime por uma lei de 1829, ainda os ingleses, no começo do século XX, tiveram que se esforçar muito
para erradicar essa tradição. Os chineses mantêm a pratica de enterrar oferendas, com uma despesa bem menor: eles enterram seus mortos com a réplica dos objetos de uso pessoal, feitas
de papel. Já os tibetanos, por acreditarem na reencarnação, dedicam à morte a mesma " arte " que empregam à vida. Assim como aos vivos, eles leem para os mortos o Bardo Thodol -
Livro Tibetano dos Mortos - . Eles creem que, desse modo, se instrui o morto sobre os mistérios que os esperam na vida extraterrena, antes de seu regresso à Terra, numa outra
encarnação.
Continua na próxima postagem.........
Um ótimo final de semana a todos.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
Graças ao costume de colocar objetos nos túmulos junto ao morto, mantido durante séculos, os arqueólogos puderam deduzir - à vista das oferendas escolhidas - as ideias dos diversos povos sobre o que esperavam da vida após a morte. Os egípcios acreditavam numa vida além túmulo rica e luxuosa. Assim, colocavam na tumba objetos ornamentais e utensílios domésticos. Os Vikings sepultavam seus heróis mortos junto com armas que seriam usadas
no Valhalla: eles eram incapazes de imaginar um Paraíso sem lutas e guerras. Assegurava-se também que o morto fosse provido do necessário para usar no " novo mundo ", para não sentir vontade de regressar ao " mundo antigo ". De igual modo, as coroas de flores não eram apenas ornamentos colocados para honrar a memória dos mortos; a principal função era atuar como um círculo mágico que prendia a alma, impedindo-a de voltar ao mundo dos vivos, ao qual não mais pertenciam. Os antigos gregos colocavam na sepultura uma moeda de ouro com o objetivo de pagar a passagem do barco que levaria o morto através do Estige - uma ninfa mitológica - para o Hades - deus grego do submundo dos mortos -.
Na Escandinávia calçavam-se os defuntos com resistentes sandálias, para supostamente lhes facilitar a longa caminhada para o " novo mundo ".
Já os índios americanos Zuni, costumam enterrar pão nas sepulturas, para que o guerreiro morto não tenha de voltar
ao mundo dos vivos, quando sentir fome.
Continua na próxima postagem.....
Um ótimo final de semana a todos. Obrigado pela visita.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
O ritual da cremação de corpos foi por muitos séculos considerado ilegal nos países cristãos, porque se contrapunha à doutrina da ressurreição corporal. Era exatamente por essa razão que as
" feiticeiras " medievais eram amarradas a um poste e queimadas
- de modo a destruir-lhes os corpos nefandos e as almas -.
Na Inglaterra, a cremação começou a ser admitida há
pouco mais de 120 anos. quando o Dr.William Price, galês excêntrico que se considerava um chefe druida, cremou o cadáver de seu próprio filho. Price foi a julgamento em Cardiff em 1884.
O juiz que presidiu o julgamento determinou a inocência do réu e considerou a cremação legal, desde que não trouxesse prejuízo nem incomodasse a outrem. Assim foi aberto o caminho que nos levou
aos crematórios modernos. O enterro, pelo contrário, era destinado a conservar o corpo, quer devido à crença cristã do " Dia do Juízo Final ", quer por se considerar o corpo necessário na vida de além túmulo. Os antigos faraós egípcios, tinham seus órgãos cuidadosamente retirados e embalsamados separadamente de seus corpos. Antes do túmulo ser lacrado, esses órgãos eram colocados ao lado do corpo mumificado. Era crença que, desse modo, se garantia ao rei morto a permanência física integral no outro mundo, para onde o faraó estava transitando.
Continua na próxima postagem.....
Desejo a todos os meus amigos e visitantes um ótimo fds.
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe

No final do verão de 1360, na cidade de Coimbra, realizou-se uma macabra cerimônia fúnebre. Por ordem expressa do rei D. Pedro I, o Cruel, os mais altos dignatários do País foram obrigados a beijar a mão do cadáver de uma mulher sentada no trono, com vestes reais e já em adiantado estado de decomposição. A morta era Inês de Castro, que casara secretamente com D. Pedro I, recentemente coroado. Ela viera para Portugal em 1342, para ser aia da
princesa D. Constança, mulher verdadeira e oficial de D. Pedro, então, apenas herdeiro do trono. Os amores tidos como ilícitos, do príncipe com Inês, não só causaram escândalos na corte, como despertaram em D. Afonso IV, o temor de que Inês, instruída por seus irmãos castelhanos e poderosos, exercesse influência no ânimo do herdeiro do trono a ponto de permitir a reanexação da nacionalidade portuguesa, ainda não reconhecida por Castella. No dia 7 de janeiro de 1355, Diogo Lopes Pacheco, Álvaro Gonçalves e Pero Coelho, a mando de D. Afonso, se dirigiram ao Paço de Sta. Clara, em Coimbra e decapitaram Inês na frente de seus 4 filhos. Mal subiu ao trono, em 1357, D. Pedro pediu ao rei de Castela a extradição dos carrascos de D. Inês que, após a morte de D. Afonso, haviam se refugiado no país vizinho.
Apenas 2 foram capturados: Álvaro Gonçalves e Pero Coelho. Levados à presença de D. Pedro I, tiveram seus corações arrancados, um pelo peito e o outro pelas costas!
Hoje, D.Inês, vítima do que se poderia chamar de um crime político, está sepultada ao lado de D. Pedro, em um túmulo do Mosteiro de Alcobaça.
Continua na próxima postagem.....
Um ótimo final de semana a todos e um forte abraço do amigo,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
A humanidade, desde tempos imemoriais, sempre atribuiu à morte duas qualidades diferentes: a
primeira, apresentando a figura luminosa de São
Pedro ( ou símbolo equivalente ), postado às portas do Paraíso ou a segunda, representada pela figura esquelética e sinistra com uma foice na mão, pronta a ceifar vidas, vestida com esvoaçantes roupas negras. Quase sempre as duas figuras eram e são apresentadas nas cerimônias fúnebres. Houve quem costumasse deixar oferendas junto aos corpos, para que seus entes queridos tivessem instrumentos para tornar mais fácil sua vida no outro mundo, desde que tivessem apresentado aqui na terra, uma existência considerada boa e benéfica para os seus semelhantes; se, ao contrário, sua vida tivesse sido problemática ou cheia de maus feitos, seu coração teria de ser traspassado por uma estaca de madeira, para deixar a certeza de que não regressaria jamais do além... No Oriente, foi criada uma das formas mais antigas de satisfazer a ambos os objetivos: a cremação dos corpos. A crença era que o espírito ou alma seria impulsionado pelas chamas até o céu, enquanto o corpo era totalmente destruído pelo fogo, para que nunca tivesse a possibilidade de assombrar os viventes sobre a terra.
Continua na próxima postagem.....
Um ótimo final de semana a todos.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
É, não só os indígenas americanos usavam os sinais de fumaça na comunicação. Também a Igreja Católica os usa, por ocasião da eleição de um novo PAPA. Milhões de católicos ou não católicos,
aguardam ansiosamente a decisão dos cardeais, expressa numa cerimonia antiga de caráter ultra secreto. Nada de câmeras ou repórteres. O mundo sequer sabe, com certeza, quais são os
candidatos, embora haja muita especulação. Apenas quando um penacho de fumaça branca se ergue de uma chaminé de ferro no teto do VATICANO, é que o mundo fica sabendo que foi eleito
um novo PAPA e que o eleito aceitou o posto. Em seguida o CARDEAL PROTODIÁCONO ( o decano dos Cardeais ), proclama da sacada: " HABEMMOS PAPA ". Em seguida, o nome do novo PAPA é revelado à multidão que aguarda na Praça de São Pedro. O anúncio é feito em latim, normalmente no caso genitivo, como por exemplo, JOANNIS PAULI PRIMI. Outras
vezes pode ser usado o caso acusativo, como ocorreu em 1963, quando foi anunciado PAULUM SEXTUM. Na cerimônia do anúncio, é citado em primeiro lugar o nome papal seguido do sobrenome de nascimento, na língua nativa do eleito, por exemplo, WOJTYA; em seguida o anúncio é feito usando o nome papal completo, por exemplo, JOANNIS PAULI II.
Um ótimo final de semana a todos. Abraço e voltem sempre.
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
Quando se verifica a morte de um Papa, realizam-se suas exéquias na Basílica de São Pedro, durante um período de 15 a 18 dias. Nessa ocasião, os Cardeais - os mais altos prelados na hierarquia da Igreja Católica Romana - veem de todo o mundo para uma reunião muito especial. Nela são decididos, depois de muita discussão e votos secretos, quem terá o privilégio de ser o sucessor de Pedro, considerado o primeiro Papa pelos Católicos. O Anel do Pescador, símbolo da autoridade do homem que comanda por volta de um bilhão de fiéis que lhe prestarão obediência, é, habitualmente de ouro, tendo incrustada uma pedra preciosa. A tradição do Anel do Pescador tem muitos séculos, embora não se saiba qual foi o primeiro Papa a usá-lo. Para garantir o absoluto
sigilo do conclave, as portas do local da reunião são entaipadas e qualquer comunicação com o exterior processa-se através de placas giratórias ( aquelas mesmas de alguns motéis ), cuidadosamente vigiadas, apenas para recepção de alimentos e outras necessidades prementes, porém sem que os intervenientes se possam ver. Para a contagem do boletim de votos, são eleitos pelos Cardeais 3 escrutinadores que mudam a cada escrutínio. A votação só é concluída quando outorga a um dos candidatos a maioria de dois terços mais um, dos votos. Quando este requisito não é satisfeito, os boletins são misturados com palha molhada e queimados, o que produz uma fumaça negra, que indica um resultado negativo. Finalmente, as vezes depois de muitos dias, um dos Cardeais obtém a maioria necessária. Os boletins são então misturados com palha seca e queimados, produzindo uma fumaça branca.
Ouve-se, então, o clamor da multidão na Praça de São Pedro :
" Fumaça branca! Viva o Papa!!! ".
Continua na próxima postagem...
Um ótimo final de semana, abraços.
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
Os banquetes sempre foram um meio de consolidar novo parentesco. Nos casamentos tradicionais malaios, durante a cerimonia, os noivos alimentam-se mutuamente com arroz cru.
Nos casamentos na Nova Guiné, os noivos consomem tudo que conseguirem de um porco, morto para tal fim. Já algumas tribos bosquimanas da Africa do Sul, costumam obrigar os nubentes a
consumir uma espécie de antílope, caçado e abatido previamente pelo noivo, até restarem somente os ossos. Mas, bizarro mesmo, é o costume da tribo Todras, de Nilgiris, um distrito de Madrasta, no estado indiano de Tamil Nadu no sul da Índia,
( produtor de um dos melhores chás do planeta ). Quando um jovem se casa, todos os seus irmãos adquirem também os direitos conjugais sobre a noiva, uma vez que se considera que ela se casa com toda a família. Se a noiva engravidar, é realizada uma cerimonia denominada pursutpime onde é determinada a paternidade. Depois que os pais potenciais, ou seja, os irmãos, discutem, o escolhido presenteia a noiva debaixo de uma árvore determinada, com um arco e uma seta, cerimonia essa presidida por um ancião da tribo.
Dai em diante, todos os filhos que nascerem, serão considerados pertencentes ao pai escolhido no pursutpime, mesmo se nascerem após a sua morte! Essa condição vigora até que haja um
novo casamento da viúva.
Um excelente final de semana a todos.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
Muitos costumes ainda hoje observados, tiveram origem em antigas tradições:
- O véu nupcial foi introduzido pelos antigos gregos e romanos com o fim de proteger e resguardar a noiva do mau olhado de um possível pretendente ciumento.
- A aliança data do tempo dos antigos egípcios. Nesse tempo ela era colocada no terceiro dedo da mão da noiva, que segundo se pensava, tinha uma veia que conduzia diretamente ao coração.
Feita de ouro, o metal mais resistente, de onde deriva a superstição de que, se quebrada, significa desgraça próxima.
- Reunir as peças que compõem o enxoval provem da Europa Central. Na França o marido recebia um pacote com objetos valiosos e as roupas de baixo deviam ser confeccionadas pela própria noiva.
- Jogar arroz nos noivos tem origem num velho ritual grego de fertilidade e desejo de prosperidade aos noivos. Nas ilhas Sulawesi, Indonésia, acreditam que se não subornarem a alma do noivo com
arroz, ela voará apos a cerimonia e jamais regressará.
- O costume ocidental de distribuir fatias do bolo nupcial aos convidados, procede do hábito romano de repartir o pão, distribuir entre os presentes sobre a cabeça da noiva, como garantia de sucesso material.
- Numa tribo nômade da Índia Central, os Lambodes, o casamento é um acontecimento triste. No dia seguinte à cerimonia, a noiva senta sobre um boi castrado e chora a sua mágoa por deixar o pai,
a mãe e o restante da família.
Continua semana que vem...
Obrigado pela visita e bom fim de semana.
Clovis de Guarajuba
Ong Ande e Limpe.
( postagem publicada em 04.03.2011 )
- Quando duas mulheres das tribos Choroti e Chaco, no Paraguai, querem casar com o mesmo homem, lutam entre si, calçando luvas de pele de anta. Quem vencer casa.
- Se você for um homem habitante das ilhas Trobriand, perto de Papua, prepare-se para ser mordido pela primeira mulher que gostar de você. É desse modo que ela se declara.
- Hábito comum nos países frios como Holanda, Suíça, Escócia e País de Gales, era a permissão para que os casais se deitassem na mesma cama, desde que vestidos e envoltos em lençóis separados.
- Grande parte das noivas na Escócia do século XIX - na verdade 90% delas - casavam-se grávidas, contrariando todas as convenções da época.
- Já nas Ilhas Salomão, no Pacífico, toda jovem prometida a um chefe ou dignatário, era mantida uma jaula, por vezes durante anos, vigiada de perto por seu pai, até o dia do casamento.
- Na ilha alemã de Borkum, situada na foz do rio Ems, quem cortejasse uma jovem e demorasse muito a casar, era submetido à prova do fumo e da água: sua casa era rodeada pelos jovens da
aldeia que obstruíam a chaminé e enchiam-na de fumaça. Pouco depois, entravam pelo sótão e perguntavam se o interessado na moça iria mesmo casar. Se a resposta fosse sim, toda a aldeia
iniciava os festejos; caso a resposta fosse negativa , ele era arrastado através de um lago, por três vezes, amarrado a uma corda.
Continua na próxima postagem.
Comunico a todos os amigos leitores e visitantes, com muito pesar, que o meu querido amigo e conterrâneo Renato Guerreiro, a quem me referi na postagem sob o título " Agradecimento e Súplica ", do dia 22.10.2010, perdeu, no inicio desta semana, a luta tenaz que manteve contra uma implacável doença, durante os últimos anos. Que descanse em paz!...
A todos um excelente final de semana e aproveitem bastante de forma sadia o CARNAVAL!
Abraço.
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
Professor da Universidade de Aberdeen e conselheiro para assuntos científicos do governo britânico, REGINALD JONES era, na verdade, um grande brincalhão! Certa vez telefonou
diversas vezes no mesmo dia para a casa do eminente professor de filosofia, seu colega, desligando tão logo o telefone era atendido. Lá pelas tantas, ligou novamente e dessa vez se fez passar por um
funcionário da companhia telefônica, informando que a linha estava com um problema devido a uma " fuga para a terra " (? ) e que, para resolver o problema, ele tinha que seguir corretamente
todas as instruções que lhe fossem sugeridas. Quem visse naquela hora o professor, ficaria intrigado com o que ele começou a fazer: introduziu a caneta no telefone, ficou apoiado apenas na ponta de um pé, tocou o auscultador do telefone com uma borracha e, finalmente, introduziu o fone em um balde com água. Tudo isso, claro, atendendo às instruções do " técnico " do outro
lado da linha. Mas suas brincadeiras revelaram-se muito úteis ao seu País. Quando os alemães começaram a bombardear a ilha, descobriu-se que usavam uns feixes de luz para guiar seus
bombardeiros rumo aos alvos. Um cientista comum teria causado interferência nesses feixes, mas Jones não. Ele transmitiu de Londres a réplica de um sinal que fez os aviões alemães saírem da rota e despejarem suas bombas em um campo deserto. Outra utilidade de suas brincadeiras, refere-se a um dispositivo de navegação denominado H25 que ajudou os bombardeiros aliados a descobrir submarinos alemães que estavam dizimando os comboios
aliados. Os alemães compreenderam que a RAF tinha um instrumento novo, mas Jones os despistou, divulgando que teria inventado um raio infravermelho, capaz de localizar submarinos.
Ao saberem disso, os alemães se apressaram em substituir a pintura de toda a frota de submarinos por outra feita com tinta especial, para impedir sua localização pelo " raio "que, afinal, nunca existiu...
Um ótimo final de semana a todos, obrigado pela visita.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe