sexta-feira, 28 de agosto de 2026

- O MISTÉRIO DA ILHA DE PÁSCOA - final -




Um dos mistérios mais intrigantes que perduram até hoje, é a resposta à seguinte pergunta: como algumas esculturas talhadas numa cratera localizada a mais de 20 km do lugar em que se encontram hoje, foram transportadas, numa época em que não havia tecnologia para tal mister? Muitas hipóteses tentaram explicar este deslocamento sem, entretanto, conseguirem tal objetivo. Aventou-se a possibilidade que teriam sido roladas sobre troncos, utilizando a tração proporcionada pela força conjunta de centenas de homens. Tal hipótese não resistiu ao argumento resultante de uma experiência realizada, que resultou na constatação da impossibilidade do solo da ilha suportar árvores com proporções necessárias para a prossecução de tal objetivo. Por outro lado, levantou-se a possibilidade de uso, para tal deslocamento, de cordas elaboradas com a utilização de cipós-trepadeiras existentes na ilha. Foi logo descartada essa tese com a constatação experimental de que tal utensílio não suportaria a tração necessária ao deslocamento de 20 ou 30 ton., peso das esculturas. Se o simples deslocamento e transporte das esculturas já é, por si só, um mistério, o que dizer e como resolver o enigma de sua elevação até os pedestais onde se encontravam ao tempo de sua descoberta?!!!
Vestígios de antigas aldeias sugerem que a Ilha de Páscoa contou um dia com uma população de 2000 a 5000 indivíduos, divididos em duas classes: os homens de orelhas longas, representados nas estátuas, seriam a classe dominante - usavam pesos para alongar as orelhas - enquanto os indivíduos de orelhas normais constituam a classe inferior, sendo proibidos de alongar as orelhas. Os Incas também usavam pesos semelhantes, antes da conquista do Peru pelos europeus. Apesar desta semelhança, os habitantes atuais da Ilha de Páscoa apresentam mais afinidades com os polinésios do que com as populações da América do Sul. Todos estes mistérios teriam sido facilmente desvendados não fora um traficante de escravos peruano que, no final do século XIX, destruiu a Ilha, capturando inclusive o último rei e o sacerdote-feiticeiro daquela civilização. Ignora-se o que aconteceu com estes escravos. Provavelmente alguns fugiram e regressaram à Ilha, levando consigo doenças ali inexistentes até então, que acabaram por destruir e dizimar as populações locais. Em consequência deste fato, desapareceu a possibilidade de se descobrir como um povo que vivia na idade da pedra, conseguiu criar um verdadeiro exército de monólitos.



Um ótimo final de semana aos meus amigos e visitantes.
Grande abraço,

Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

- O MISTÉRIO DA ILHA DE PÁSCOA - I -

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Quando o almirante holandês Jakob Roggeveen, no ano de 1722, descobriu 
aquela ilha que não constava em nenhum mapa da época, no meio do Pacífico 
Sul, jamais imaginou que até hoje, decorridos quase 3 séculos, o mistério sobre 
a autoria das esculturas gigantescas lá existentes, continuaria a desafiar os 
arqueólogos e historiadores. Temeroso, a princípio, ao visualizar os gigantes, 
suspirou aliviado quando ao se aproximar, descobriu que os gigantes eram 
esculturas entre as quais pessoas de estatura normal se deslocavam num vai 
e vem constante. Ao desembarcar no dia seguinte, acompanhado de um 
pequeno grupo de tripulantes de suas naus, constatou que as esculturas 
gigantes representavam o busto de homens de orelhas compridas e rostos 
pontiagudos, rubicundos. Como tal descoberta se deu no dia da Páscoa 
daquele ano, Roggeveen a denominou de Ilha da Páscoa, como era de 
costume então. Somente 50 anos depois, desembarcaram na ilha outros 
europeus e, apenas 100 anos após, começaram as explorações na ilha. 
Quando as explorações foram iniciadas, as estátuas já não mais se encontravam 
de pé. Durante as guerras tribais tinham sido derrubadas e jaziam no chão, onde 
ainda hoje se encontram. Os estudos determinaram que as estátuas haviam sido 
talhadas em rocha vulcânica, retirada da cratera adormecida do vulcão Rano 
Raraku. Foi constatada, também, a presença de mais de 700 estátuas, algumas 
esculpidas nas paredes do vulcão, outras prontas para serem transportadas e 
inúmeras apresentando apenas vestígios do trabalho com cinzel e machado. 
Estes utensílios haviam sido deixados em posições tais, que sugeriam a 
disposição dos artífices de retornar em algum momento, para continuar o 
trabalho. Ao longo do caminho que descia da cratera, erguiam-se dezenas de 
estátuas completas, alinhadas a perder de vista, de 50 em 50m. Algumas 
atingiam o peso de 30t e tinham por volta de 4m de altura. Havia uma estátua 
gigantesca, incompleta, medindo mais de 20 m de altura e com peso de 
aproximadamente 50t!

Continua na próxima postagem.....

Um ótimo final de semana aos meus amigos e visitantes.
Grande abraço,

Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

AS QUATRO VELAS.

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                     ( publicado neste espaço em 26.02.2010 )


Quatro velas queimavam lentamente. No ambiente calmo e silencioso, podia-se ouvir o diálogo que mantinham.
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A primeira disse:
- SOU A PAZ!
Apesar de minha luz, as pessoas não conseguem manter-me. Acho que vou me apagar. E, diminuindo a intensidade de seu brilho, apagou-se totalmente.
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A segunda disse:
- ME CHAMO FÉ!
Infelizmente sou considerada supérflua. As pessoas não querem saber de mim. Não há nenhum motivo para me manter acesa. E um vento brando a apagou.
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Rápida e triste, a terceira vela se manifestou:
- EU SOU O AMOR!
Não tenho mais forças para permanecer acesa. As pessoas me deixam de lado e não percebem o peso desse fato. Se esquecem até daqueles que os cercam. E, sem esperar, se apagou.
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Nesse momento entrou no recinto das velas uma criança e, ao ver as três velas apagadas, disse:
- O que é isto!? Vocês deveriam permanecer acesas até o fim! E dizendo isso, começou a chorar.
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Então. a quarta vela falou:
- Nada temas, menino. Enquanto eu tiver fogo, podemos acender as outras velas.
EU SOU A ESPERANÇA!
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O menino então, pegou a vela que permanecera acesa e acendeu todas as outras.
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Que a vela da esperança, nunca se apague em nós!!!
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Forte abraço a todos, bom final de semana.
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Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

EMAGREÇA BEIJANDO.

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Quando beijamos não é só nossa boca que entre em ação. Todo nosso organismo é movimentado nessa hora. Além dos sentidos 
- paladar, audição, visão, olfato e tato - entrarem na jogada, nosso coração dispara. Se, normalmente, ele bate de 60 a 80 vezes por minuto, na hora do beijo acelera ao alucinante ritmo de 150 batidas!
Nada menos de que 29 músculos faciais fazem trabalho extra por causa de um simples beijinho. Um daqueles beijos dignos de figurar em uma telona de cinema e que deixe a plateia morrendo de inveja dos protagonistas, exerce uma pressão de 12 quilos sobre nossos lábios!
Até um simples beijinho dado em um bebê pode ser pesado em gramas. Segundo alguns respeitáveis estudiosos, um beijo quente que dure dez segundos, é capaz de queimar até doze calorias. Se essas contas são verdadeiras ( e tudo indica que o são ), proponho um exercício e tanto para quem quer manter a linha ou perder peso: Para compensar as calorias das ingestões abaixo, veja quantos beijos você terá que dar.
- Uma lata de refrigerante = 11,5 beijos;
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- Uma barra de 100 g de chocolate = 45 beijos;
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- Uma bola de sorvete = 6 beijos;

- Uma goma de mascar = 2,5 beijos;

- Uma porção de pudim = 10 beijos;

- Uma pastilha tipo dropes = 1,5 beijo;

- Uma fatia de bolo sem recheio = 16 beijos;

- Uma lata de cerveja = 14 beijos.

Assim sendo, pelo sim pelo não, faça imediatamente sua adesão à campanha 
EMAGREÇA BEIJANDO " e seja mais felíz!!!
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Um grande final de semana para todos, abraço.
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Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe