- O arranhão de um prego enferrujado pode causar tétano.
O tétano é uma grave enfermidade infecciosa causada pela toxina produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Não é verdade que um prego enferrujado causa tétano uma vez que nem o metal e nem a ferrugem são venenosos. Somente se verificará
o contágio, se entre a sujeira encontrada no prego houver a presença de algum organismo produtor dessa doença. Qualquer objeto pode trazer a bactéria. Por exemplo os instrumentos
de jardinagem podem conter a toxina trazida do solo.
- Um afogado vem 3 vezes à superfície.
Afirma-se que um homem emerge 3 vezes antes de morrer afogado. Não, necessariamente, se verifica esse fenômeno. Com o risco de se afogar, a pessoa é presa do pânico e, cada vez que submerge, aspira água para os pulmões. Esse fenômeno tem uma variação muito grande de repetições - e as vezes nem sequer ocorre - antes da pessoa morrer asfixiada.
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Bom final de semana, abraço do amigo,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
Cabelos e unhas continuam a crescer após a morte.
Este mito nasceu de uma declaração no mínimo exagerada de um cidadão inglês chamado Charles Augustus Howell. Em 1869 ele foi testemunha da exumação do corpo da mulher do pintor Dante Gabriel Rossetti, morta em 1862. Declarou que tinha ficado impressionado com a luxuriante cabeleira da morta, que praticamente enchia o caixão, exibindo a cor vermelho-dourada. Se essa descrição corresponde a verdade, seus cabelos já eram assim
quando ela morreu. De fato, o cabelo de um cadáver não cresce. O que se pode atribuir ao falso " crescimento " é uma leve contração da pele que, ao desidratar, pode revelar 1 a 2 mm do pelo embutido na epiderme quando em vida. Nunca, entretanto, o suficiente para
encher um caixão. As unhas e os cabelos crescem a partir da raiz, pela multiplicação das células que são alimentadas pela corrente sanguínea. Cessando a circulação com a ocorrência da morte, o fornecimento de nutrientes é interrompido e as células perdem as condições e o poder de se multiplicar.
Continua na próxima postagem......
Abraços e um ótimo final de semana.
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
- Quando se cai de uma grande altura, morre-se antes de atingir o chão.
Para não morrer queimado quando seu avião Lancaster foi atingido por um projétil e tomado pelas chamas, durante uma missão de bombardeamento sobre a Alemanha, em 1944, o sargento da RAF, Nicholas Alkemade, saltou de aproximadamente 5,5 km, sem paraquedas, imaginando que assim a morte seria menos dolorosa e mais rápida. Chegou ao solo ileso e ainda consciente! É que nos últimos metros do mergulho, a 190 k/h, sua queda foi amortecida pelas ramagens novas de pinheiros, e por uma camada densa de vegetação, sendo, finalmente, protegido por uma profunda camada de neve. Tal experiência derruba a crença de que, quando se cai de uma grande altitude, se morre antes de atingir o solo. Pensava-se, piamente, que a asfixia provocada pela velocidade da queda ou o ataque cardíaco provocado pelo pânico, mataria o individuo antes do impacto final. A falsidade desta crença tem sido demonstrada quase que diariamente por paraquedistas de todo o mundo que, regularmente, descem em queda livre por vários quilômetros antes de abrirem seus paraquedas. No ano de 1960, nos Estados Unidos, o capitão Joseph Kittinger saltou de um balão e percorreu nada menos que 25 km em queda livre antes de abrir o paraquedas. Chegou ao solo incólume e consciente.
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Um ótimo final de semana a todos.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe