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- Comer peixe faz bem para o cérebro.
Nenhum alimento em particular contribui para o bom funcionamento do cérebro ou de qualquer
outro órgão. Dos materiais absorvidos pelo sistema circulatório durante a digestão, os diversos
tecidos aproveitam apenas as substâncias de que necessitam. Uma alimentação equilibrada
satisfará todas as necessidades das células, embora a falta de alguns alimentos possa
eventualmente provocar deficiências de várias ordens. A crença de que o peixe, em especial,
é aconselhável para assegurar o bom funcionamento do cérebro foi divulgada no século XIX
pelo filósofo e físico alemão Friedrich Buchner ( 1824 - 1899 ), que, quando soube que o
cérebro continha fósforo, apressou-se a declarar que "sem fósforo não há pensamento.
"No mesmo embalo, o físico frances Jean Dumas ( 1800 - 1884 ), confirmou que o peixe
é rico em fósforo. O naturalista suiço Jean Louis Agassiz ( 1807 - 1873 ), relacionou
ambas as ideias e concluiu que o peixe fazia muito bem ao cérebro! A realidade porem é
outra: como há abundância de fósforo nos rochedos e nos diversos minerais da Terra, na sua
maioria os alimentos contêm quantidades variáveis desse elemento.
- Não se devem comer ostras senão nos meses com R.
É por pura coincidência que os nomes dos 4 primeiros e dos 4 últimos meses do ano (quando,
segundo se afirma, se devem comer ostras), contêm a letra R. A crença originária da Europa,
considerava arriscado comer ostras, geralmente cruas, nos meses de verão, numa época em
que não havia frigoríficos. A composição química das ostras, varia de estação a estação,
especialmente durante o periodo de desova, nos meses de maio e junho, mas nunca chegam a
ser venenosas. Depois da desova, as ostras contêm menos glicogênio, mais água e
apresentam-se mais claras, mantendo entretanto o mesmo sabor.
Continua na próxima postagem....
Bom final de semana, abraço a todos.
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe
sexta-feira, 22 de julho de 2011
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