A humanidade, desde tempos imemoriais, sempre atribuiu à morte duas
qualidades diferentes: a
primeira apresentando a figura luminosa de São Pedro (ou símbolo equivalente), postado às portas do Paraíso ou a segunda representada pela figura esquelética e sinistra com uma foice na mão, pronta a ceifar vidas, vestida com esvoaçantes roupas negras. Quase sempre as duas figuras eram e são apresentadas nas cerimônias fúnebres. Houve quem costumasse deixar oferendas junto aos corpos, para que seus entes queridos tivessem instrumentos para tornar mais fácil sua vida no outro mundo, desde que tivessem apresentado aqui na terra, uma existencia considerada boa e benéfica para os seus semelhantes; se, ao contrário, sua vida tivesse sido problemática ou cheia de mal feitos, seu coração teria de ser traspassado por uma estaca de madeira, para deixar a certeza de que não regressaria jamais do além... No Oriente, foi criada uma das formas mais antigas de satisfazer a ambos os objetivos: a cremação dos corpos. A crença era que o espírito ou alma seria impulsionado pelas chamas até o ceu, enquanto o corpo era totalmente destruido pelo fogo, para que nunca tivesse a possibilidade de assombrar os viventes sobre a terra.
Continua na próxima postagem.....
Um ótimo final de semana a todos, agradeço as visitas ao meu BLOG.
Abraço,
Clóvis de Guarajuba
ONG Ande & Limpe


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